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Medicina em Revista: HCG Emagrece?

Medicina em Revista: HCG Emagrece?

domingo, 18 de dezembro de 2016

Medicina em Revista: HCG Emagrece?

Medicina em Revista: HCG Emagrece?

HCG Emagrece?


Bem vou contar o meu caso, iniciei a dieta de 500 calorias dia, e mais 4 gotas do HCG manipulado antes do café, almoço e jantar por 26 dias, acompanhado de dieta restritiva a base de fibras e proteínas com muito pouco glicidio.
Ao término de 20 dias já tinha perdido 4,5 kg. Foi quando resolvi mudar e fiz uma semana de dieta restritiva mas sem o HCG. Confesso a vocês que só aguentei 2 dias, sentindo uma fome desesperadora, o que não acontecia quando tomava HCG, dai concluindo que ele ajuda muito na perda da fome.
Apesar dos consensos de Endocrinologia não indicarem o uso do HCG ,usei por minha conta, não senti nenhum efeito colateral e pra mim o resultado foi positivo. Tire aí suas conclusões.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

ZIKA VÍRUS

Desde que Cristóvão Colombo e Pedro Alvares Cabral descobriram as Américas e o Brasil, e, em seguida, foi iniciado o tráfico de escravos nas Américas, não se via o fenômeno de introdução de novas doenças, até então desconhecidas no Novo Mundo, como no atual momento em que vivemos. De fato, durante os primeiros séculos de colonização das Américas, principalmente por Espanha e Portugal, várias doenças do Velho Mundo foram introduzidas nos (futuros países) territórios colonizados. Assim, varíola, sarampo, tuberculose e muitas outras doenças de transmissão direta (ou contagiosas) foram introduzidas nas colônias1. A febre amarela foi uma das doenças trazidas com a escravidão e, com ela, veio o Aedes aegypti, principal transmissor do vírus da febre amarela (VFA). Estudos conduzidos no início deste século XXI, por Bryant et al2, apoiados por outros estudos3,4,5, mos
traram que o VFA foi introduzido há pouco mais de 300 anos, período que coincide com as grandes navegações e o tráfico de escravos1.
Neste mundo globalizado e com alterações climáticas propícias à dispersão de vetores e suas doenças, bem como o crescente número de voos internacionais, favoráveis à movimentação de doentes ou pessoas infectadas em período de incubação, estamos vivenciando no Brasil a introdução e um rápido processo de dispersão rumo célere ao endemismo de dois novos arbovírus para as Américas - mas que são velhos conhecidos na Africa e Asia: o vírus Chikungunya (para detalhes no Brasil ver artigos de Teixeira et al6 e Nunes et al7), introduzido em julho/agosto de 2014, após ter entrado no Caribe em dezembro de 2013 e, anteriormente, ter causado grandes epidemias na Africa e Asia desde 2004; e o vírus Zika, possivelmente introduzido no mesmo período durante a Copa do Mundo realizada em 2014 no Brasil.
vírus Zika é um flavivírus (família Flaviviridae) transmitido por Aedes aegypti e que foi originalmente isolado de uma fêmea de macaco Rhesus febril na Floresta Zika (daí o nome do vírus), localizada próximo de Entebbe na Uganda, em 20 de abril de 19478,9. Esse vírus é relacionado ao VFA e dengue, também transmitidos porAedes aegypti e que causam febre hemorrágica. O vírus Zika tem causado doença febril, acompanhada por discreta ocorrência de outros sintomas gerais, tais como cefaleia, exantema, mal estar, edema e dores articulares, por vezes intensas. No entanto, apesar da aparente benignidade da doença, mais recentemente na Polinésia Francesa e no Brasil, quadros mais severos, incluindo comprometimento do sistema nervoso central (síndrome de Guillain-Barré, mielite transversa e meningite), associados ao Zika têm sido comumente registrados, o que mostra quão pouco conhecida ainda é essa doença10,11,12.
Reconhecida quase simultaneamente, em fevereiro de 2015 na Bahia11 e em São Paulo, a circulação da doença causada pelo vírus Zika foi rapidamente confirmada pelo uso de métodos moleculares e, posteriormente, no Rio Grande do Norte12, Alagoas, Maranhão, Pará e Rio de Janeiro, mostrando uma capacidade de dispersão impressionante, somente vista no Chikungunya nos últimos dois anos nas Américas.
vírus Zika foi isolado, pelo Instituto Adolfo Lutz, de um paciente que recebeu uma transfusão sanguínea contaminada de um doador em período de incubação, e confirmado pelo Instituto Evandro Chagas, bem como de vários pacientes do Rio Grande do Norte e da Bahia. A possibilidade de o vírus Zika ser transmitido por sangue e hemoderivados levanta a questão da inclusão dessa (e outras?) arbovirose(s) na triagem de doadores de sangue, para uma doença que não dispõe de kits comerciais para diagnóstico laboratorial; nem será menos oneroso o desenvolvimento de métodos moleculares para detecção do Zika, seja em banco de sangue, seja em laboratórios de saúde pública, exceto nos laboratórios de referência que, há muito tempo, estão sobrecarregados com a demanda da vigilância das outras arboviroses como dengue, febre amarela, Mayaro, Oropouche, encefalites por arbovírus, etc. Além disso, o reconhecimento do aumento de casos de comprometimento do sistema nervoso central, em pacientes com doença pelo vírus Zika, pressupõe a necessidade de aprimorar a vigilância de síndromes neurológicas em doentes febris agudos.
Finalmente, é importante ressaltar a necessidade de melhorar o controle vetorial nos municípios infestados comAedes aegypti, já que somente essa espécie no Brasil está, até o momento, associada à transmissão de três arboviroses, dengue, Chikungunya e Zika e, também, o enorme desafio da vigilância epidemiológica em reconhecer precocemente as novas áreas com transmissão para minimizar o impacto dessas doenças na população.

créditos: Pedro Vasconcelos, médico.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

SUPLEMENTAÇÃO DE IODO NA GRAVIDEZ


Suas repercussões para o feto, a gestante, a lactante e o lactente.



Em 2013, as sociedades internacionais que reúnem os especialistas em moléstias tireoidianas alertaram para o fato de que é essencial para o feto receber iodo, através da transmissão desse elemento, via placentária. Isto porque, após a 16ª semana, a tiróide do feto passa a ser ativa, captando o iodo e sintetizando os hormônios da tiróide. No caso da mãe não receber suplementação de iodo durante a gestação, existiria carência relativa deste precioso iodo para a função tireoidiana fetal. 

Os fatos que levaram à conclusão da importância da suplementação de iodo durante a gravidez decorreram de dois trabalhos publicados, respectivamente, na Austrália e no Reino Unido. Na Austrália, a suplementação de iodo à população é de decisão de cada departamento da Comunidade Australiana. Os médicos analisaram, comparativamente, o que acontecia com as crianças nascidas em um determinado departamento em que não há determinação legal de acrescentar iodo ao sal. A análise das crianças, após 10 anos decorridos do parto, foi comparada a das crianças provindas de departamento em que o sal era adequadamente iodado.  Para surpresa dos investigadores, as crianças que provinham de uma gravidez em que a mãe não tinha acesso ao sal iodado apresentavam uma queda do poder cognitivo e capacidade de acumular conhecimento em comparação com crianças, cuja mãe tinha acesso ao sal iodado. 


A falta relativa de iodo, portanto, afeta a produção de hormônios pela tiróide fetal, sendo, portanto, um fator importante na maturação do sistema nervoso central durante o período gestacional e na lactação. Por outro lado, argumentou-se que, mesmo em países com suplementação obrigatória de sal iodado,  muitas grávidas são aconselhadas a diminuir a ingestão de sal. Consequentemente, existe diminuição de iodo a ser repartido entre a mãe (gestante) e o feto. 

Nasceu, portanto, entre os especialistas, a noção de  que a suplementação de iodo à gestante é extremamente necessária e usualmente realizada com medicamentos polivitamínicos que contém iodo na faixa de 100 a 200 mcg por cápsula. Essa suplementação deve continuar durante a lactação, pois a criança irá recebê-lo também durante a lactação. 

Quem pode e quem não pode usar medicamentos para a disfunção erétil?

Viagra, Levitra e Cialis foram medicamentos desenvolvidos para o tratamento de homens com disfunção erétil. A disfunção erétil é definida como a incapacidade constante de obter ou manter ereção para uma relação sexual satisfatória. Se esta definição não descreve os problemas que você está enfrentando, estes medicamentos não servem para você.

Embora tenha sido demonstrado que estas drogas são eficazes na melhora da rigidez e duração da ereção em homens com disfunção erétil, elas não foram totalmente investigadas em homens com funções eréteis normais. Eles não são medicamentos que servem para melhorar o ímpeto sexual, a capacidade de ejaculação ou de ter orgasmos. Estas drogas não são indicadas para aprimoramento sexual para homens normais. Atualmente, os medicamentos orais se tornaram a primeira opção de tratamento para homens com disfunção erétil. Tratamentos como a terapia da auto-injeção no pênis, supositórios na uretra e terapia com dispositivo de ereção a vácuo agora são considerados opções de tratamento secundárias.

No entanto, se estiver tomando remédios à base de nitrato, que são normalmente receitados para tratar de doenças coronárias ou insuficiência cardíaca, você não pode usar Viagra, Levitra ou Cialis. Pesquisas mostram que a combinação destes medicamentos causa uma redução dramática e possivelmente perigosa na pressão arterial. Por esta razão, mesmo se você usar esporadicamente medicamentos a base de nitrato e sob indicação, não deve tomar Viagra, Levitra ou Cialis sob quaisquer circunstâncias.

Outros medicamentos podem interferir na duração de ação do Viagra, Levitra e Cialis. Foi provado que a eritromicina (um antibiótico), cimetidina (Tagamet, um inibidor de acidez gástrica) e cetoconazol (um agente antifúngico) aumentam a duração do efeito do Viagra e, por isso, sua dosagem deveria ser reduzida nesses casos. (Não aumente ou diminua o medicamento por conta própria. Siga as orientações do seu médico.) Não há interação entre o Viagra, Levitra e Cialis e medicamentos antidepressivos, Coumadin (varfarina) ou aspirina.

Há alguma preocupação evidente quanto ao uso do Viagra, Levitra e Cialis em homens com problemas visuais como o glaucoma e problemas de retina. Contudo, não houve problemas visuais significativos com estes medicamentos a não ser a visão levemente embaçada ou uma alteração na percepção de cores, mas cabe lembrar que foram poucos os estudos que avaliaram a retina, e efeitos a longo prazo ainda são desconhecidos.

Recentemente, tem havido alarme sobre relatórios de cegueira em pacientes que tomavam Viagra, Levitra e Cialis. A condição relatada é chamada de neuropatia ótica isquêmica anterior não-arterítica (NAION). Já que a condição não envolve artérias da retina, não se acredita que seja induzida por estes medicamentos. Se você apresentar alterações na retina, é indicado obter a orientação de um oftalmologista antes de usar o Viagra, Levitra ou Cialis. Caso esteja sentindo perda visual após tomar quaisquer destes medicamentos, ligue para o seu médico imediatamente.

Da mesma maneira, devido às dores de cabeça associadas ao Viagra em uma pequena porcentagem dos homens, tem havido preocupação quanto ao uso do medicamento em pacientes com enxaqueca. Não há indicação de que estes medicamentos não devem ser usados nesse grupo de pacientes. Mas caso as dores de cabeça ocorram nestes homens, uma terapia alternativa deve ser buscada.

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